

Preços dos alimentos perdem força e ajudam a reduzir pressão inflacionária em SP
Em transportes, houve uma reversão sob a influência do reajuste da gasolina, com o índice em 0,43%, ante uma variação negativa de 0,02%
O Índice de Preços ao Consumidor (IPC), medido pela Fundação Instituto de Pesquisas Econômicas (Fipe) na cidade de São Paulo, teve alta de 0,45% na primeira prévia de dezembro. Esse aumento foi ligeiramente inferior ao apurado no fechamento de novembro (0,46%). Dos sete grupos pesquisados, três apresentaram redução no ritmo de aumento, entre eles o de alimentação, com variação de 0,38% ante 0,8%.
Embora tenha apresentado a maior taxa do período, o grupo despesas pessoais saiu do índice de 0,74% para 0,61%. Em vestuário, passou de 0,34% para 0,26%. Habitação foi o grupo que mais pressionou a inflação, com alta de 0,5% ante 0,44%.
Em transportes, houve uma reversão, sob a influência do reajuste da gasolina, com o índice em 0,43%, ante uma variação negativa de 0,02%. Nos demais grupos, os índices permaneceram estáveis: saúde, com 0,49%, e educação, com 0,12%.
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